Na sexta-feira fomos ao Rock in Rio. Fomos eu e o papá, claro. Gostei imenso, mas vim de lá impressionada. E porquê??? Bem porque a grande maioria de pessoal que lá estava, eram claro adolescentes, e isso fez-me pensar muiiito ao observar o ambiente que ali se vivia.
Acho que a adolescência é a fase que mais me assusta na educação de um filho. A altura em que se dá um salto na identidade, em que deixam de querer estar debaixo da nossa alçada, em que se rebeldiam contra as regras, em que exigem uma liberdade que tem de ser balizada. A altura em que começam a ter vergonha dos pais, em que recusam as saídas em família, em que acham cansativos os nossos programas, em que se escondem no isolamento dos seus quartos, em que guardam os segredos nos diários e nas conversas cibernáuticas, em que reservam as suas vidas para eles. A altura em que saltam barreiras, em que contestam a nossa autoridade, em que se contrariam com as responsabilidades, ao mesmo tempo que exigem outras que ainda não devem/podem ter. Em que não são nem adultos, mas também já não são crianças.
Fui uma adolescente "rebelde". Encaixo-me perfeitamente na maioria do que escrevi acima. E, na maior parte das vezes, virei-me contra os meus pais. Irritei-me com as suas decisões, com as suas visões turvas, com as suas ideologias de vida, com a forma tradicional com que queriam que eu levasse os meus dias.
Hoje entendo algumas das suas decisões e atitudes, ainda que saiba friamente que - no lugar dos meus pais - faria a gestão desta fase de uma forma diferente (espero manter este pensamento aceso quando chegar a minha vez).
A adolescência do meu filho deixa-me apreensiva. Já sei que sofro muito por antecipação, mas eu sou mesmo assim e por mais que tente, estas coisas mexem comigo e mesmo antecipadamente. E espero ter o discernimento, o sangue frio, a coragem e o coração tranquilo para a saber gerir de forma positiva. Aliás, para nos saber gerir a todos de forma positiva.
Enfim mais dias virão, mais dúvidas aparecerão!
"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor" Wolfgang Amadeus Mozart
Eu, Yo, I, Je, Minä...
- Noc@s
- Uí... Depende muito do dia, ou mesmo até da hora. Pois o que sou agora já o posso não ser daqui a pouco. Há horas em que sou Mulher, outras Mãe, ou filha, outras ainda Profissional, noutras Amiga, criança, amalucada,... dependo da situação, do lugar, das pessoas, mas em qualquer uma, sou e serei, sempre EU!
Outras blog "vidas"
"Coisas" que gosto de espreitar
- 100 nada
- A Gata Christie
- A Madalena ...e Eu
- A pipoca mais doce
- Agenda dos miúdos
- Babies Boom
- BLÁ BLÁ BLÁ
- Bruno Nogueira
- Cenas de gaja
- Clube Mammy
- Cocó na fralda
- Coisinhas da Lili
- Controversa Maresia
- Coração ao pé da boca
- Dois rebentos (de Soja)
- Elite criativa
- Fernando Alvim
- Fraldas e Cia.
- Há vida para além da maternidade
- Love is a fast song
- M & M
- Mamie em Blog
- Mini-Saia
- Mudei de Vida
- Mãe Babada
- Mãe em Mar alto
- Nuno Markl
- O Carpediem da Alexia
- O meu diário...lunar?!
- O Túnel do Grilo
- Olha que realmente!...
- Passeai, Flores!...
- Pedro Ribeiro
- Princesa Mariana
- Príncipe Rabuja
- Tempestiva
- Vida de casado
- Voando pela Vida
Já passado
- março 2013 (1)
- novembro 2012 (2)
- outubro 2012 (6)
- setembro 2012 (1)
- julho 2012 (3)
- junho 2012 (1)
- maio 2012 (4)
- abril 2012 (3)
- março 2012 (6)
- fevereiro 2012 (3)
- janeiro 2012 (1)
- dezembro 2011 (5)
- março 2011 (4)
- fevereiro 2011 (3)
- janeiro 2011 (7)
- dezembro 2010 (2)
- novembro 2010 (3)
- outubro 2010 (3)
- setembro 2010 (9)
- junho 2010 (3)
- maio 2010 (7)
- abril 2010 (6)
- março 2010 (8)
- fevereiro 2010 (4)
- janeiro 2010 (7)
- dezembro 2009 (3)
- novembro 2009 (10)
- outubro 2009 (10)
- setembro 2009 (7)
- agosto 2009 (8)
- julho 2009 (11)
- junho 2009 (7)
- maio 2009 (13)
- abril 2009 (13)
- março 2009 (18)
- fevereiro 2009 (19)
- janeiro 2009 (29)
- dezembro 2008 (18)
- novembro 2008 (22)
- outubro 2008 (34)
- setembro 2008 (31)
- agosto 2008 (30)
- julho 2008 (7)
- junho 2008 (8)
- maio 2008 (5)
- abril 2008 (7)
- março 2008 (1)
- fevereiro 2008 (4)
- janeiro 2008 (5)
- dezembro 2007 (3)
- novembro 2007 (2)
- outubro 2007 (1)
- setembro 2007 (2)
- agosto 2007 (3)
- julho 2007 (3)
- junho 2007 (9)
- maio 2007 (6)
- abril 2007 (6)
- março 2007 (1)
- fevereiro 2007 (3)
- outubro 2006 (2)
- setembro 2006 (1)
- agosto 2006 (2)
- julho 2006 (6)
Pois é , ainda não tinha aqui faldo de como foi o nosso fim de semana principalmente sendo Domingo dia Mundial da Criança, deste dia apenas não gosto da parte comercial que tem... e como felizmente podemos neste dia o Guga recebe sempre qualquer coisita...
No sábado foi o dia do passeio do infantário, fomos papás, educadoras e meninos todos ao Monte Selvagem. Foi bastante divertido e acho que o pulganito do que mais gostou sinceramente não foi dos animais, foi de estar fora do infantário, com a Mamã, Papá, a V. (educadora) e os amiguinhos. Porque efectivamente era algo totalmente fora da rotina.
O Domingo fomos ao Parque onde andou a jogar à bola e a andar de escorrega e baloiço,onde quase adormeceu :-), à tarde fomos à festinha de anos do Avô, que já fez 60, venham outros mais. Voltamos para casa já tarde o pulganito já de pijaminha e directo prá caminha e o Pai e a Mãe com a neura de Domingo à noite, véspera de 2ª feira...
1. Ser uma melhor e boa mãe (se os dias forem todos como hoje...é preferível esquecer...hoje não foram dos melhores. Ele consegue pôr-me tanta dúvida e angústia em cima...sinto-me frágil...).
2. Estar sempre presente, em cada momento importante, para os meus mais que tudo.
3. Fazer umas férias na Polinésia Francesa.
4. Voltar a vestir o tamanho S (será um sonho irrealizável??).
5. Sentir que a minha familia está "completa", que estamos bem e que não "falta" ali ninguém. Como diz o pulganito com um ar de satisfação "todos" :-)
6. Nunca precisar de olhar para a carteira e poder encher o carrinho das compras com tudo o que precisamos.
O mais importante ainda é este claro : SER FELIZ e ver toda a gente à minha volta igual, da família aos amigos!!
...porque, hoje vamos à consulta de cirurgia, pois já fez 2 anitos que o pulganito foi operado e temos que fazer a revisão. Estou ansiosa, pois ainda que ache que está tudo bem, lá no fundo... há sempre o receio de Mãe. Quero que passe depressa.
"Um dia a maioria de nós irá separar-se. Sentiremos saudades de todas as conversas jogadas fora, das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos, dos tantos risos e momentos que partilhámos Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das vésperas dos finais de semana, dos finais de ano, enfim...do companheirismo vivido. Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre. Hoje não tenho mais tanta certeza disso. Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum desentendimento, segue a sua vida. Talvez continuemos a nos encontrar, quem sabe...nas cartas que trocaremos. Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices... Aí, os dias vão passar, meses...anos...até este contacto se tornar cada vez mais raro. Vamo-nos perder no tempo... Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão: "Quem são aquelas pessoas?" Diremos…que eram nossos amigos e...isso vai doer tanto! "Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!" A saudade vai apertar bem dentro do peito. Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente... Quando o nosso grupo estiver incompleto...reunir-nos-emos para um último adeus de um amigo. E, entre lágrima abraçar-nos-emos. Então faremos promessas de nos encontrar mais vezes daquele dia em diante. Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida, isolada do passado. E perder-nos-emos no tempo... Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de grandes tempestades... Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" Fernando Pessoa
Na sexta o Papá foi mergulhar para as Berlengas, a Mamã tinha pensado num programa mais caseiro, pois até tinha trabalho para casa e umas arrumações a
Espero mais dias assim :-) Cansativos (pois a 2ª feira foi simplesmente horrível), mas cheios de Felicidade!
"Mamã, óia ananÁS!" = Mamã, olha uma palmeira!
Pois é e dia 10 de Abril foi um dia de surpresas, pois estivemos todos com o bem disposto do meu Padrinho (Ti Pedo, como diz o pulganito) a comemorar as suas 80 primavera. Adoro-te Muito! Para o ano estamos cá outra vez :-)

Texto= Se realmente quer tocar a alguém, escreva-lhe uma carta
Agency: M&C Saatchi, Melbourne, Australia
Fonte = adsoftheworld.com
É muito bom terminar o dia e ouvir a tua alegria como barulho de fundo. As tuas gargalhadas, a tua felicidade, até as tuas birras, as tuas expressões que, aos poucos, são cada vez mais de menino e menos de bebé. Mesmo antes de te "conhecer" já sonhava contigo. Podia dizer que és lindo, esperto, inteligente, simpático, despachado, reguila, safado, ... Podia contar como nos fazes felizes, como vieste completar a nossa existência, como vieste representar o nosso amor. Mas ainda assim, tudo isto é demasiado insignificante para o que tu és e para o que eu sinto.
No fundo, há apenas dois anos que te tenho nos meus braços, mas eu sinto que sempre pertencemos um ao outro. Mas são dois anos. Dois dos mais felizes da minha vida.
Parabéns, meu pulganito especial! :-)
Agora até... Club Atlético de Madrid... Enfim, homens e o futebol...
Somos idiotas e complexos por natureza, é algo que nos vem de "fábrica", como o cabelo ruivo, a pele clara ou as orelhas grandes. Os nossos Pais foram idiotas, os nossos avós também, inclusivamente os homens das cavernas já o eram. Cremos que podemos com tudo, que podemos saltar e saltar obstáculos sem cairmos, mas não, muitas vezes tropeçamos e partimos a cara. Porquê? Pois porque somos idiotas. Detesto as compaixões e comparar-me com algo muito melhor. Fico aquém se comparo a minha vida com um puzzle, no qual as peças encaixam perfeitamente ou falta alguma delas. Quiçá alguns pensem que a nossa vida é como isso, como um quebra cabeças no qual, encaixar as peças é o mais importante, hoje por hoje muitas dessas peças andam debaixo dos sofás perdidas, cheias de pó e sujidade e encaixá-las com o total é bastante complicado. Eu vejo-me mais como um cubo de rubik, um complexo e asqueroso cubo de rubik. Esses pequenitos quadrados não deixam de girar, tento que encaixem, mas nunca consigo a harmonia e a estabilidade que necessito. Ainda que saiba que o quadrado verde vai encaixar no verde, que só tenho que dar uma pequena volta à direita e já o tenho... não, sigo empenhada em dar-lhe voltas a ver se encaixa o encarnado ou o azul ou qualquer outra cor mas não a cor verde. É muito difícil explicar e seguramente ninguém entenda esta teoria absurda que acabo de inventar, mas as cores na minha vida não estão onde têm que estar e sinto falta de tantas coisas que não saberia nem por onde começar. Enfim, sempre odiei este estúpido jogo.





