... e porque daquio a 15 dias sensivelmente voltamos à urnas.
Eu: Vamos vestir, depois a Mãe e o Pai vão votar e vamos almoçar a casa doa avós.
Ele: Qual avó?
Eu: A avó L. (colocando L. pode ser qualquer uma lol, mas se colocar avô A. também pode ser qualquer dos dois lol, para o que me deu... Enfim! Adiante com o post)
Ele: E vai o pimo?
Eu: Sim vai.
Ele: Mãe, o que é votar?
Eu: Hã?!?!??!? (Ai o caracinhas!!! Como explicar isto a uma criança de 3 anos??? Duas hipóteses como ultimamente isto não passa de uma palhaçada vou por esse caminho também, ou explico uma coisa mais séria?) Votar filho é poder escolher quem nos pode governar. (Sabe lá o puto o que é governar) Escolher os senhores ou senhoras para poderem tomar conta do País.
Ele: Porquê?
Eu: (Já sei que não percebes-te nada, mas eu também não te sei explicar isto trocado por miúdos... Porque é que não enveredei pela via da palhaçada, já estava o assunto resolvido) Porque é preciso assim como a Mãe e o Pai fazem cá em casa. Votar é como quando perguntam pro exemplo aos meninos, querem chocolate ou morango? (Isto vai correr mal) Há uns meninos que dizem que querem chocolate outros morango. Votar é assim poder escolher. Depois ganha quem tiver mais votos, quem foi escolhido por mais pessoas.
Ele: Mãe eu posso comer chocolate?
Eu: (Eu não disse que pela vertente palhaçada ele tinha apreendido mais alguma coisa...)
"Para fazer uma obra de arte não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor" Wolfgang Amadeus Mozart
Eu, Yo, I, Je, Minä...
- Noc@s
- Uí... Depende muito do dia, ou mesmo até da hora. Pois o que sou agora já o posso não ser daqui a pouco. Há horas em que sou Mulher, outras Mãe, ou filha, outras ainda Profissional, noutras Amiga, criança, amalucada,... dependo da situação, do lugar, das pessoas, mas em qualquer uma, sou e serei, sempre EU!
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Eu: Então filho, gostas-te da escola?
Ele: Sim.
Eu: Divertiste-te?
Ele: Sim.
Eu: Então e o que fizeram, hoje?
Ele: Nada.
Eu: Então, mas não brincas-te?
Ele: Não.
Eu: E que comes-te?
Ele: Massa com arroz.
Eu: (Ok desisto!)
* Feitizinho do catrino... Eu só quero saber o que andou a fazer!!! Gaijos pá!!!! Ou então, quer-me cá parecer que a mensalidade do colégio tem que ser melhor justificada...
Ontem foi a reunião com os Pais no colégio, para as devidas apresentações, de plano pedagógio e educadores. No âmbito geral gostei, mas como dizia o pulgo mor, melhor não criar expectativas muito elevadas, para que se houver alguma coisa, não tenhamos uma grande desilusão.
Eu senti-me nervosa ali no meio de tantos Pais, de todos os educadores. Porquê!??!?! Nem sei bem explicar. Foi porque é uma nova etapa na vida do pulgo, porque de dia para dia vou tomando mais consciencia que ele vai saindo cada vez mais da minha asinha, foi porque aquele colégio quer se queira quer não tem alguma imponência na sua estrutura, eu sei lá. No decorrer da reunião lá me fui acalmando e olhando para o pulgo mor à procura de algum conforto de que tudo vai correr bem, que esta foi, pelo menos neste momento, a melhor opção.
* Raiosmapartam, estas coisas de hormonas femininas e estes cromossomas xizes quando se juntam com o facto de se ser Mãe. Pffff! Se havia necessidade!!!! O puto só tem 3 a-nos, 3 ok!!!! Xiça!
Ah e tal o pulgo é muito extrovertido, está sempre bem disposto, é muito simpático, dá-se com toda a gente, blábláblá, blábláblá, blábláblá. Sim, são tudo verdades, mas hoje não estava muito "virado" para ir para a escola, dizia "ninguém me deixa em paz" (lol), queria a S. (a educadora do antigo infantário), que só gosta do Didi e do A. e eu ali a fazer-me de forte a dar-lhe mil e uma razões para ir para a escola e na realidade o meu coração cada vez se encolhia mais.
Mas, porque aquelas coisas todas acima mencionadas são verdade, depois de entrar e ver os amiguinhos Didi e A., já não quis "saber" mais de mim :o) E eu fiquei assim de coração partido a pensar como estará o meu pulgo, se o que ele dizia era realmente sentido, que estará mal, aquela escola é uma imensidão, será que o tratam bem, será, será, será... Mãe definitivamente não tem mais nada com que se preocupar ;o)
Como era previsível a adaptação está a ser pior para a Mãe que para o Pulgo (lol)
No primeiro dia apenas chorou na altura da sesta, queria o amigo Didi, mas adormeceu logo depois da fita, era também muita emoção e sono à mistura. Ontem já foi tranquilo, sem qualquer stress (excepto para mim :s).
Quando lhe falo vamos para a escola, pergunta sempre "Para a minha?" respondo que sim e diz logo que não quer ir, que quer ir para a escola do Didi, isto porque ainda não interiorizou que a escola do Didi agora também é a dele, e continua a achar que o antigo infantário é que é a escola dele, pois o Didi como tem mais um ano que o pulgo, já está no colégio desde o ano passado.
Resumindo adora a escola nova, já fez amizades novas, principalmente a trupe do Didi, ou seja os mais fresquinhos da zona ;o), ora não fosse o meu filho um verdadeiro rufia :o))).
Quando confrontado com, a avó depois também te vai lá buscar e vais ao parque (o normal quando a avó o ia buscar ao infantário) ele diz logo "Mas Mãe, a minha escola tem parque", efectivamente o recreio é enorme e cheio de baloiços, escorregas, etc... ;o), assim sendo pode-se sempre poupar na viagem (lol).
Hoje começa uma nova etapa na vida do pulgo. Já ficou no colégio novo (Aiiiii, como tenho o coração apertadinho). Ia todo contente, ainda que quando abriram a porta amarinhou por nós acima como um aranhiço, mas isto foi até ter entrado no recreio e dar logo de caras com o amigo Didi, e já não nos ligar nenhuma.
O meu stress não é se ele se irá integrar bem, pois pela personalidade que ele tem facilmente cria relacionamentos e adora coisas novas, o meu problema é tê-lo deixado num colégio enorrrrrrrrrrrrrrme, que tem cen-te-nas de crianças e eu estar habituada a um infantário bem mais pequeno, em que sabiam tudo e mais alguma coisa do que se passava durante o dia com o pulgo, em que havia um quadro com toda a informação sobre quanto tempo dormiu, quantas vezes foi ao w.c., se comeu tudo, se repetiu, etc... etc... e agora deixei-o ali, num recreio imenso, com dezenas de crianças (ainda que hoje à hora a que o deixei só estivessem 6, mas esta não é nem de longe nem de perto a realidade, principalmente para a semana que vem) e ele ali ficou, tão pequenino, nesta imensidão, ainda que feliz a dizer adeus todo contente por ficar a brincar. Mãe sofre!!! (E Pai também ;o))



